Os dias de coma por enfarte cerebral são os mais perigosos.

Um doente em coma de enfarte cerebral está em risco durante quinze dias, um período muito perigoso que requer a atenção do doente. O coma por enfarte cerebral é comum nos grandes enfartes cerebrais ou nos enfartes do tronco cerebral. O enfarte cerebral agudo causa danos graves na função do tecido cerebral e perturbação grave da consciência. Após o infarto cerebral, os pacientes terão edema cerebral secundário, o que leva ao aumento da pressão intracraniana, que pode agravar ainda mais o dano dos nervos cerebrais, podendo até causar deslocamento do tecido cerebral devido à pressão intracraniana excessiva, ou seja, o que é conhecido como hérnia cerebral, que é fatal. Ao mesmo tempo, os doentes em coma com enfarte cerebral podem também sofrer de comorbilidades potencialmente fatais em qualquer altura, tais como pneumonia por aspiração, úlceras de pressão, desequilíbrio hidroelectrolítico, febre e desequilíbrio das colónias bacterianas. Por conseguinte, os doentes em coma com enfarte cerebral são extremamente perigosos no espaço de 2 semanas, e as suas famílias têm de cooperar com os médicos para prevenir ativamente as complicações, como virar e dar palmadinhas nas costas a intervalos regulares, injetar medicamentos e alimentos por alimentação nasal, baixar a temperatura através de fisioterapia e massajar os membros afectados, etc., a fim de ultrapassarem juntos o período perigoso.