A subluxação frontal zigomática é um dos sinais clínicos de atrofia lateral cruzada. A atrofia lateral cruzada é extremamente rara na prática clínica. Como é causado? A patogénese desta doença, tal como a da atrofia lateral facial, é desconhecida. Pensa-se que está relacionado com disfunção simpática que leva à disfunção vasomotora e trófica; pensa-se também que está relacionado com infecções traumáticas da face, crânio ou pescoço, neuropatia do trigémeo, lesão fetal ou disfunção endócrina. A lesão progride lentamente sobre metade do rosto, espalhando-se ocasionalmente para o crânio, pescoço e tronco contralateral. A pele da área afectada é atrofiada e enrugada, frequentemente acompanhada de queda de cabelo, hiperpigmentação, cicatrizes brancas, capilares dilatados, aumento ou diminuição da secreção da glândula sudorípara, e ossos frontais afundados zigomáticos. As manifestações comuns da RM craniana incluem calcificação intracraniana, atrofia cerebral, lesões profundas e subcorticais da matéria branca, amolecimento cerebral, hidrocefalia, aumento meníngeo e meníngeo mole, aneurismas, espessamento cortical, displasia, infarto do corpo caloso, etc. Não há um bom tratamento disponível e pode ser tratado com cirurgia plástica.