Muitas futuras mães necessitam de medicação durante a gravidez por uma razão ou outra. Para a saúde do seu filho, tenha em atenção os efeitos de diferentes medicamentos no feto. A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA classifica os medicamentos em cinco categorias, designadas por classificação de medicamentos na gravidez, ou classificação FDA, com base nos diferentes níveis de risco teratogénico que representam para os animais e para os seres humanos. Classe A: Medicamentos utilizados durante o início da gravidez que não demonstraram causar danos fetais em estudos clínicos controlados e têm um risco mínimo, como as multivitaminas. Classe B: Medicamentos que não demonstraram ser prejudiciais para o feto em estudos com animais, mas para os quais não existem estudos clínicos controlados; ou medicamentos que se observou serem prejudiciais para o feto em estudos com animais, mas que não foram confirmados em estudos clínicos controlados. Por exemplo, alguns antibióticos, penicilinas, cefalosporinas, etc. Categoria C: Foram detectados efeitos adversos no feto em estudos com animais, mas não estão bem documentados em seres humanos ou em estudos controlados em animais. Por exemplo, a aspirina. Categoria D: Se existirem provas de efeitos nocivos para o feto humano, mas não houver alternativa clínica, deve ser utilizada após ponderação dos prós e contras. Por exemplo, alguns antibióticos e medicamentos hormonais. Classe X: Estes medicamentos são contra-indicados na gravidez porque são claramente teratogénicos, tanto em animais como em seres humanos, e os seus efeitos nocivos ultrapassam largamente quaisquer efeitos benéficos que possam ter. Por exemplo, os medicamentos anti-cancerígenos, os contraceptivos, etc.