Nos últimos anos, o número de pacientes com alergias alimentares tem aumentado ano após ano em resultado de mudanças na dieta alimentar. Se não forem tratadas correctamente e de forma atempada, podem afectar o crescimento e o desenvolvimento, a qualidade de vida e de aprendizagem, e até pôr em perigo vidas. Na prática, as alergias alimentares são frequentemente mal diagnosticadas como gastroenterite, cólicas gastrointestinais, intoxicações alimentares, etc. I. Quais são os alimentos alérgicos comuns? Todos os tipos de alimentos podem causar alergias, geralmente: leite, ovos, leguminosas, peixe, marisco, frutos secos, frutas, amendoins, trigo e vários outros alimentos. Imunofisiologia: O sistema imunitário e o tracto gastrointestinal de bebés e crianças pequenas são imaturos e susceptíveis a reacções alérgicas a proteínas estranhas ou outros alergénios. III. Quais são os sintomas de alergia alimentar? Diarreia, dor abdominal, obstipação, sangue nas fezes, refluxo, vómitos, recusa de comer, atraso no crescimento; sibilo, asma, tosse; rinite; eczema, urticária, edema; síndrome de alergia oral; síndrome de alergia aguda. Diagnóstico de alergia alimentar: 1. teste de picada de pele. 2. 2. teste de anticorpos específicos do soro. 3. evitar a dieta. 4. o teste de provocação alimentar é o “padrão de ouro” para o diagnóstico de alergia alimentar. Prevenção e tratamento das alergias alimentares: 1. evitar ou abster-se de certos tipos de alimentos alérgicos. 2. 2. substituir outros alimentos para assegurar as necessidades nutricionais do organismo.