A tomada seca é uma categoria comum de complicação pós-extracção que não pode ser completamente evitada mesmo hoje em dia com tecnologia médica avançada. Há uma grande variação na incidência de tomadas secas na literatura, com a maioria dos relatórios a variar entre 5-30%. As manifestações clínicas são principalmente dores fortes 2-3 dias após a extracção, que podem irradiar para a região auriculotemporal, a região mandibular ou o topo da cabeça e não são aliviadas por analgésicos gerais. As causas da tomada seca não são claras e podem estar relacionadas com infecções, traumas, tabagismo, factores anatómicos locais, contraceptivos orais, ficar acordado até tarde após a cirurgia e excesso de exérese. Foi também relatado na literatura que a utilização de métodos de extracção minimamente invasivos pode efectivamente reduzir a incidência de tomada seca, mas na experiência do autor, mesmo que a extracção seja muito minimamente invasiva e minimamente invasiva, ainda há uma certa probabilidade de ocorrer uma tomada seca, causando alguma dor e problemas ao paciente. Mesmo que ocorra uma tomada seca, os pacientes não precisam de se preocupar, pois o tratamento é muito simples e recuperará rapidamente após o tratamento pelo cirurgião.