A pré-eclâmpsia (PE) ocorre em 2-5% das mulheres grávidas e pode aumentar a mortalidade materna e fetal no período perinatal. Pequenas doses de aspirina administradas a mulheres grávidas com elevado risco de EP antes das 16 semanas podem reduzir a incidência de EP em mais de 50%, pelo que é essencial prever o risco de EP no início da gravidez. A proteína plasmática A associada à gravidez materna (PAPP-A), o factor de crescimento da placenta (PLGF) e a medição por ultra-sons do índice de pulsatilidade da artéria uterina são bons preditores do risco de EP.