A eclâmpsia grave é causada pela anormalidade estrutural da pequena artéria espiral uterina do paciente, resultando em isquemia placentária, hipóxia, liberação de uma variedade de fatores placentários, fatores placentários na circulação materna, promovendo a ativação da resposta inflamatória e dano endotelial vascular, fazendo com que o paciente desenvolva convulsões clônicas tônicas ou sintomas de coma, geralmente acompanhados de pressão alta, insuficiência hepática, insuficiência renal, bem como deficiência visual e outras condições. Durante as crises convulsivas, devemos evitar as mordeduras dos lábios e da língua ou a ocorrência de queda da língua, limpar as secreções orais, manter as vias respiratórias abertas e pingar sulfato de magnésio antiespasmódico, baixar a tensão arterial, prevenir e tratar as complicações. A segurança materna e fetal é assegurada tanto quanto possível, enquanto a mãe e o feto são monitorizados de perto durante o tratamento, e a interrupção da gravidez pode ser considerada quando as convulsões estiverem sob controlo. As lesões neurológicas secundárias a hemorragia cerebral e isquémia cerebral podem ocorrer em doentes com eclâmpsia grave e podem persistir, sendo uma das principais causas de morte. Recomenda-se que, quando uma mulher grávida desenvolve pré-eclâmpsia, deve procurar rapidamente assistência médica para exame e tratamento ativo, a fim de evitar a ocorrência de eclâmpsia grave.