Quais são os princípios do tratamento anti-hipertensivo da pré-eclâmpsia?

O princípio do tratamento anti-hipertensivo da pré-eclâmpsia consiste em efetuar a medicação e reforçar a gestão da vida, da alimentação, do exercício físico e das emoções. Durante a gravidez, se uma mulher grávida apresentar sintomas de pré-eclâmpsia, como tonturas, visão turva, aumento da tensão arterial, dores de cabeça, etc., pode ser necessário que seja avaliada por um profissional de saúde. No caso de condições mais ligeiras, pode ser acompanhada mais de perto no ambulatório, aumentar o número de exames obstétricos e utilizar medicamentos anti-hipertensores, como comprimidos de nifedipina, labetalol, etc., para manter uma tensão arterial estável, a fim de evitar condições críticas, como a eclâmpsia, resultantes do aumento persistente da tensão arterial e que representam um risco grave para a mulher grávida e para o feto. Se a situação for grave, é também necessária a hospitalização para avaliação e tratamento e, se necessário, a interrupção atempada da gravidez. Na sua vida, deve deixar de fumar e de beber, e ter uma rotina regular. Em termos de alimentação, tente comer alimentos leves; evite exercícios extenuantes, mantenha um estado de espírito calmo e evite tensão e ansiedade excessivas. A monitorização regular da tensão arterial e o ajustamento atempado do plano de tratamento contribuem para manter a tensão arterial estável. As mulheres grávidas com pré-eclâmpsia têm de aumentar o número de exames de controlo durante a gravidez, prestar muita atenção ao crescimento e desenvolvimento do feto e detetar alterações da tensão arterial e dos sintomas, de modo a detetar atempadamente as alterações do estado.