Tratamento cirúrgico dos espasmos faciais (contracções faciais)

  Em 1967, a Professora Jennatta foi pioneira no procedimento de descompressão microvascular para espasmo facial. Isto foi feito perfurando um furo de 1,5 a 2,0 cm de diâmetro atrás da orelha afectada.
A raiz do nervo facial foi exposta sob um microscópio, e os vasos sanguíneos que comprimem a raiz do nervo facial foram encontrados e depois libertados.
O algodão teflon é utilizado para afogar o vaso sanguíneo comprimido do nervo, eliminando a causa do espasmo facial, que pára imediatamente ou gradualmente. Desde os anos 80, este procedimento tornou-se o tratamento internacional de escolha para os espasmos faciais.
Até à data, mais de 50.000 pacientes em todo o mundo já foram tratados para espasmos faciais. A taxa global de cura a nível mundial situa-se entre 82% e 99%, com uma taxa de recidiva de apenas 1-5%.
A taxa de recidiva é de apenas cerca de 1-5%. Na China, a equipa do Professor Zuo Huanzheng (agora no Hospital Yuquan da Universidade de Tsinghua, antigo Hospital da Amizade China-Japão) realizou pela primeira vez o procedimento em 1984, e após mais de 20 anos de desenvolvimento e melhoramento, a taxa de cura atingiu 98%, com uma taxa de complicação de 1-2%.  Prognóstico Esta é uma doença curável, e a cirurgia é a única cura. Embora existam riscos associados à anestesia geral e extra-neuroscirurgia, o tratamento é eficaz e seguro, e o prognóstico é bom.