Quais são as opções de tratamento a laser para as cicatrizes atróficas?

  Nos últimos anos, com o desenvolvimento contínuo de técnicas de cirurgia reconstrutiva, grandes cicatrizes pós queimadura, escaldadura ou queimaduras químicas podem ser tratadas eficazmente. Contudo, algumas cicatrizes superficiais ou atróficas ainda são evidentes após a cirurgia, tais como a cicatriz cirúrgica entre a pele expandida e a pele normal após implantes de expansores faciais, ou a cicatriz “irregular” e a diferença de pigmentação entre a pele enxertada e a pele normal circundante após enxerto de pele autóloga. Mais comuns são as cicatrizes superficiais e as diferenças de pigmentação deixadas pelos pacientes com queimaduras superficiais, escaldaduras ou queimaduras químicas, que não são clinicamente recomendadas para cirurgia ou não são tratadas pelo próprio paciente. Com a crescente preocupação pela aparência, os métodos de tratamento tradicionais e a eficácia já não são adequados.  A aplicação clínica de laser fraccionado e microplasmaferese tem sido um marco no tratamento de cicatrizes quelóides, uma vez que ambas podem produzir zonas de lesão microtérmica, profundas ou superficiais, para induzir um ciclo de “dissolução-regeneração” do colagénio dérmico, que eventualmente reorganiza o colagénio dérmico e achata o desnivelamento da cicatriz. Além disso, os tratamentos por laser fraccionado e microplasma podem causar esfoliação superficial da pele, destruindo fisicamente a “pigmentação” epidérmica directamente para melhorar a diferença de pigmentação entre a cicatriz e o tecido circundante.