Não existem dados que suportem a probabilidade de malignidade de um único tumor da bexiga, pelo que é impossível dizer. A etiologia dos tumores da bexiga é atualmente desconhecida, com alguns estudos a sugerirem que a sua ocorrência pode estar relacionada com factores como o tabagismo, a exposição prolongada a produtos químicos industriais, factores ambientais ocupacionais e infecções crónicas. Os tumores da bexiga são classificados em tumores benignos e malignos. Os tumores benignos da bexiga podem ser curados após o tratamento, mas os tumores malignos são susceptíveis de recorrência e de metástases após o tratamento. No caso dos tumores malignos da bexiga, a presença ou ausência de infiltração é um dos factores prognósticos importantes para o cancro da bexiga. Os tumores malignos da bexiga podem metastizar através da linfa ou da corrente sanguínea, sendo a metástase local nos gânglios linfáticos a mais comum, e a metástase à distância pode ser encontrada em fase avançada, principalmente em órgãos e tecidos como o fígado, os pulmões, os ossos e a pele, o que pode causar os sintomas correspondentes. Os tumores benignos da bexiga geralmente não recidivam, enquanto os tumores malignos da bexiga têm maior probabilidade de recidiva, pelo que os doentes devem prestar atenção ao exame de seguimento. Sugere-se que os doentes com tumores da bexiga se dirijam atempadamente ao hospital, efectuem os exames necessários e sigam as instruções do médico depois de esclarecer a causa da doença, de modo a evitar atrasos no tratamento.