E quanto ao linfoma não-Hodgkin do tipo lipite subcutânea?

O linfoma não-Hodgkin subcutâneo do tipo seborreico requer uma avaliação mais aprofundada da extensão e do estádio, e tratamento com quimioterapia, radioterapia e terapia dirigida. O linfoma não Hodgkin subcutâneo do tipo lipofuscinose é um linfoma relativamente raro e os doentes devem ser submetidos a uma avaliação sistémica, como a PET-CT, para avaliar as lesões localizadas e o corpo inteiro. Se a lesão for limitada, pode ser utilizada radioterapia local combinada com quimioterapia, frequentemente com bons resultados. No caso de lesões mais extensas, a radioterapia não consegue eliminar todas as lesões, pelo que se deve recorrer ativamente à quimioterapia. Os doentes com as mutações genéticas correspondentes podem ser tratados com uma combinação de radioterapia, quimioterapia, tratamento dirigido ou mesmo imunoterapia para aumentar a probabilidade de cura. Os doentes com linfoma não Hodgkin subcutâneo do tipo inflamatório lipomatoso são aconselhados a efetuar um tratamento completo sob a orientação de um médico, de acordo com a situação específica, de modo a não atrasar a doença.