1. exame físico: Deve ser realizado pelo menos uma vez por ano, e mais frequentemente em grupos de alto risco. É importante observar as pulsações vasculares, o crescimento do cabelo, a temperatura da pele e a recarga capilar, as deformidades dos pés e dos calcanhares e a destruição dos tecidos, a localização e o tamanho das úlceras, edemas ou manifestações inflamatórias. A estabilidade das articulações e a força dos músculos também devem ser examinadas. 2. exame neurológico: as funções motoras e sensoriais dos nervos podem ser examinadas por electromiografia. 3. exame vascular: Doppler ultra-sonografia das artérias. Medição do índice tornozelo-braquial: abaixo de 0,9 significa que existe algum grau de fornecimento de sangue inadequado ao membro; abaixo de 0,5 indica isquemia grave do membro. O TAC de melhoramento vascular dá uma melhor imagem da patologia vascular. A angiografia é o “padrão de ouro” para o diagnóstico. 4.Laboratory testes: glicose no sangue, hemoglobina glicosilada, testes bioquímicos e outros indicadores, as alterações nestes indicadores indicam a conformidade do paciente e a sua cura óptima. 5. Imagiologia: as radiografias simples são usadas para avaliar osteólise/destruição óssea, luxação, subluxação e alterações estruturais ósseas no pé e tornozelo. A TC é usada para avaliar detalhes de desordens ósseas corticais e de tecidos moles, tais como abcessos. A RM é muito sensível a alterações de tecidos moles e de tecidos ósseos de várias causas, tais como fracturas de stress, abcessos, osteomielite ou artropatia neurológica.