O “pé diabético” pode ser prevenido com a detecção precoce!

       A diabetes tem uma complicação chamada “pé diabético”. Quando falamos de “pé diabético”, a primeira coisa que nos vem à mente é provavelmente “pés podres”, “úlceras nos pés”, “amputação”. A primeira coisa que me vem à mente são as imagens horríveis de “pés podres”, “úlceras nos pés” e “amputações”. Hoje, estou a escrever este artigo para vos dizer que o “pé diabético” não é terrível e pode ser evitado com a detecção precoce.  Conceito O pé diabético é uma úlcera do pé, infecção e/ou destruição profunda do tecido associado a anomalias do nervo distal e vários graus de doença vascular periférica nos membros inferiores. Em casos ligeiros, o pé pode apresentar deformidade, pele seca, fria e calosidade (pé de alto risco); em casos graves, podem desenvolver-se úlceras e icterícia no pé.  O exame precoce do pé diabético inclui a anamnese, exame físico e avaliação da condição em termos de exame neurológico e vascular relevante.  I. História que leva 1. descobrir há quanto tempo o doente tem a doença, como tem sido tratada e as suas complicações.  2. se a doença ulcerativa já tiver ocorrido, compreender também a causa, duração, extensão e progressão da úlcera.  Exame físico 1. concentrar-se no aspecto, extensão, profundidade, temperatura e odor da superfície ulcerada e determinar se existe deformidade, inchaço, infecção dos tecidos moles ou osteomielite no pé.  2. verificar o estado do membro contralateral do paciente.  3. verificar o ajuste do calçado.  III. exame relevante dos nervos e vasculares 1. exame sensorial/exame do nervo do membro inferior; 2. determinação da pressão plantar; 3. exame vascular periférico.