A reumatóide refere-se geralmente à artrite reumatóide. O valor normal para sedimentação sanguínea é geralmente considerado como 0-15mm/h para homens e 0-20mm/h para mulheres, embora haja variações na gama de sedimentação sanguínea de acordo com a idade, geralmente 0-20mm/h para homens e 0-30mm/h para mulheres com mais de 50 anos. Contudo, a artrite reumatóide também requer um diagnóstico abrangente baseado no número de articulações envolvidas, no grau de alterações articulares, na duração da doença e em dados laboratoriais, tais como factores reumatóides, para confirmar o diagnóstico. A artrite reumatóide é uma doença auto-imune crónica e sistémica com predominância de lesões articulares, que se podem manifestar como dor, inchaço, mobilidade reduzida e mesmo deformidade de pequenas articulações. O aumento dos níveis de fibrinogénio e macroglobulina no sangue de pacientes com artrite reumatóide pode aumentar a taxa de sedimentação, resultando em valores de sedimentação mais elevados do que na população normal. Contudo, um nível elevado de sedimentação é apenas um dos indicadores de artrite reumatóide e não deve ser usado como único critério, embora as flutuações na sedimentação possam ser usadas para monitorizar as alterações da condição. Além da sedimentação, o diagnóstico de artrite reumatóide baseia-se também na actividade e sinais articulares, tais como rigidez matinal que dura mais de uma hora e uma duração da doença superior a seis semanas; inchaço de três ou mais articulações que dura mais de seis semanas; manifestações articulares tais como inchaço simétrico persistente nas articulações; e um factor reumatóide positivo (RF).