O que fazer em relação à alergia ao álcool e o que usar para a resolver

Em casos de alergia ao álcool, o primeiro passo é manter-se afastado do alergénio e evitar a exposição contínua ou renovada ao álcool. Se os sintomas forem ligeiros, com ligeira comichão localizada e inchaço da pele, e sem erupções cutâneas, dificuldades respiratórias ou outro desconforto, não é geralmente necessário nenhum tratamento especial, e a ingestão de água apropriada pode ser aumentada para acelerar o metabolismo, ou podem ser aplicadas compressas frias embrulhadas em gelo na pele para ajudar a reduzir a comichão e o inchaço localizado. Contudo, se a comichão continuar a agravar-se, ou se aparecerem outros sintomas de desconforto, é necessária uma pronta atenção médica. Se o desconforto for mais pronunciado, como uma erupção localizada com vermelhidão, inchaço e dor, poderá ser tratado com medicamentos como pastilhas de maleato de clorfeniramina ou Benadryl, conforme prescrito pelo seu médico. Se a alergia for mais grave, com prurido generalizado da pele, ou mesmo dor de cabeça ou dificuldade em respirar, é necessária uma atenção médica imediata para evitar consequências graves. O tratamento clínico começa geralmente com descongestionamento, que pode ser feito com altas concentrações de glicocorticóides ou diuréticos para reduzir edemas e anti-histamínicos como a loratadina para controlar as manifestações alérgicas. Se se desenvolverem sintomas de obstrução das vias aéreas, a intubação traqueal pode também ser necessária para ajudar a manter o paciente a respirar. Além disso, as pessoas com alergia ao álcool precisam de tomar precauções activas na sua vida diária para evitar o contacto com ou o consumo de produtos alcoólicos. Se a intolerância ao álcool for devida a uma condição médica, a maioria dos pacientes pode recuperar a tolerância ao álcool após o tratamento da condição original. O consumo de álcool deve ser proibido depois de tomar medicação na vida diária para evitar reacções adversas.