A epilepsia pode ter um modo de herança fixo ou uma certa predisposição genética, com alguns não herdados. Clinicamente, existem epilepsia primária e secundária, em que a epilepsia primária se refere à epilepsia que não tem uma causa subjacente que não sejam factores genéticos, tem uma predisposição genética, e o risco da próxima geração ter epilepsia é de cerca de 2-5%. Algumas perturbações metabólicas hereditárias têm a epilepsia como manifestação principal, e estas perturbações são herdadas de acordo com um padrão genético específico, tal como autossómico dominante, autossómico recessivo, ou matrilinear. Em contraste, a epilepsia causada por factores secundários, tais como hipoxia, tumores intracranianos, encefalite, e outras doenças que causam epilepsia, não é herdada. Para a predisposição genética da epilepsia, o tipo de epilepsia e a causa das convulsões deve ser esclarecida em primeiro lugar. A epilepsia primária está associada a factores genéticos, e quanto mais estreita for a relação de sangue, maior é a probabilidade de hereditariedade. Para reduzir a hipótese de herança de epilepsia, os pacientes com epilepsia devem tratar a epilepsia eficaz e atempadamente sob a orientação de médicos profissionais, e ter descendentes após a cura da epilepsia, o que pode efectivamente reduzir a hipótese de herdar epilepsia nos descendentes. Além disso, um bom exame pré-matrimonial. Estudos demonstraram que quando ambos os pais têm epilepsia, as hipóteses de a criança desenvolver epilepsia são maiores do que se a criança for herdada unilateralmente. Por conseguinte, as pessoas com epilepsia devem tentar evitar casar com alguém com epilepsia do sexo oposto.