A mastite durante a amamentação pode curar-se a si própria nas fases iniciais com algumas medidas de fisioterapia. Contudo, se a condição progredir rapidamente e a inflamação não for controlada, é aconselhável procurar atenção médica e fornecer tratamento sintomático. A mastite é muito comum nas mulheres que amamentam. A inflamação pode ser causada por práticas de amamentação impróprias, ou pela acumulação de leite ou pressão sobre o peito. No caso de mastite simples aguda, os sintomas iniciais são inchaço e dor no peito, temperatura local elevada da pele, dor de pressão, e até nódulos duros com bordos pouco claros e ternura. No caso de mastite supurativa aguda, os sintomas são geralmente vermelhidão, inchaço e dor na pele do peito, com caroços duros palpáveis e sensibilidade, e sintomas sistémicos de infecção tais como febre, mal-estar e arrepios. Normalmente uma análise ao sangue mostrará um aumento da contagem de glóbulos brancos. Neste caso, devem ser tomadas medidas, tais como medicação anti-inflamatória oral, interrupção da alimentação do bebé, compressas quentes locais, massagem mamária, etc. Em casos graves, os abcessos podem ser drenados por incisão. Ao mesmo tempo, não comer alimentos frios e picantes, comer alimentos nutritivos, prestar mais atenção ao repouso, fortalecer o corpo e o sistema imunitário, não se preocupar demasiado. A mastite durante a amamentação pode facilmente repetir-se. Para além da prevenção, é importante procurar atenção médica e tratamento de forma atempada, uma vez que isto é melhor tanto para a mãe como para o bebé.