Quais são os efeitos secundários da terapia electroconvulsiva?

A terapia electroconvulsiva refere-se geralmente à terapia electroconvulsiva, que pode ter efeitos secundários como dores de cabeça, luxação das articulações, fratura óssea e apneia prolongada. 1) Cefaleia: O tratamento consiste na passagem de uma corrente eléctrica através do cérebro para obter o fenómeno de perda de consciência e ataques de espasmos. Alguns doentes podem sentir cefaleias, náuseas e vómitos após o tratamento devido à estimulação do cérebro. 2) Deslocação das articulações: devido ao espasmo do corpo durante a terapia electroconvulsiva, pode ocorrer deslocação das articulações, sendo mais comum a deslocação das articulações da mandíbula. 3) Fratura: Se a amplitude do espasmo corporal durante a terapia electroconvulsiva for grande, pode também provocar uma fratura, sendo mais frequente a fratura por compressão das vértebras torácicas. 4. apneia prolongada: a terapia electroconvulsiva pode causar obstrução das vias respiratórias, recuo da língua e outros fenómenos, resultando em apneia prolongada, a maior parte dos quais no espaço de 10 a 30 segundos volta ao normal. Quando os efeitos secundários acima referidos ocorrem após a terapia electroconvulsiva, os doentes devem dirigir-se ao hospital para serem examinados e cooperar com o médico no tratamento. Normalmente, deve prestar-se atenção à regulação das emoções e evitar o excesso de trabalho.