Critérios de diagnóstico de choque

Os critérios de diagnóstico do choque devem ser combinados com a história do doente, as manifestações clínicas e as análises laboratoriais. As manifestações clínicas podem incluir pele pálida, cianose, oligúria (débito urinário de 24 horas inferior a 400 ml ou inferior a 17 ml por hora) ou anúria (débito urinário de 24 horas inferior a 100 ml), queda da pressão arterial (pressão arterial sistólica inferior a 90 mmHg) e frequência de pulso rápida (ou seja, superior a 100 batimentos/minuto). As análises laboratoriais de rotina ao sangue, como os glóbulos vermelhos, a hemoglobina, as plaquetas e outros indicadores, diminuíram. Quando o choque conduz ao metabolismo anaeróbico, pode ser causado por hiperlactatemia (o lactato arterial é superior a 1,5 mmol/l), mas também combinado com outras análises, como a TAC, a radiografia, etc., para efetuar uma avaliação exaustiva. Além disso, a presença de choque pode ser determinada pelo índice de choque, que é a relação entre a frequência de pulso e a pressão arterial sistólica, que se for superior a 1 indica a presença de choque. O choque é diagnosticado quando existe uma história de choque e os sinais e achados clínicos acima referidos são consistentes com o choque. É aconselhável ir ao hospital e pedir ao médico que faça uma avaliação quando ocorre um choque.