A esofagite não costuma sarar por si só, mas a maioria recupera em cerca de 1-2 semanas se for tratada de forma rápida e agressiva. A esofagite deve-se principalmente ao refluxo do conteúdo gastroduodenal para o esófago, causando irritação ou danos nos tecidos, resultando numa inflamação digestiva da mucosa do esófago, muitas vezes manifestada como refluxo ácido, azia, dificuldade de deglutição, sensação de corpo estranho na faringe e dores no peito. A gastrocopia pode revelar congestão e erosão da mucosa do esófago. Em casos graves, podem ocorrer complicações tais como estricção do esófago, ulceração, obstrução, perfuração, hemorragia e malignidade. O principal tratamento para a esofagite é a medicação, tais como antiácidos, supressores ácidos, protectores de mucosas e medicamentos gastroprocinéticos. Durante o tratamento, deve-se prestar atenção ao ajustamento do estilo de vida e da estrutura da dieta habitual, comer menos refeições, dieta pobre em gorduras, uma dieta leve e facilmente digerível, evitar alimentos picantes e estimulantes e alimentos doces e gordurosos, deixar de fumar e de beber álcool, beber menos café e chá forte, e evitar posições que possam causar refluxo ácido, tais como curvar-se.