A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel essencial, que é um derivado esteroide, e é convertida principalmente a partir do 7-dehidrocolesterol na pele pela irradiação solar, conhecida como a “vitamina do sol”, e também pode ser ingerida a partir de alimentos como leite, peixe, carnes magras, ovos, cogumelos e fígados de animais. A síntese e o metabolismo da vitamina D estão intimamente relacionados com a idade, o sexo, a raça e a cor da pele, as estações do ano e as características da ingestão alimentar, pelo que a sua carência se tornou atualmente um problema de saúde pública mundial. Estudos demonstraram que a carência de vitamina D não só está associada a doenças metabólicas crónicas, como fracturas ósseas, osteoporose, doenças auto-imunes, obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, mas também a uma série de tumores, incluindo os cancros colorrectal, da mama, da próstata, do pâncreas e do pulmão. Vários estudos clínicos mostraram uma correlação significativa entre os níveis de vitamina D e o prognóstico em doentes com cancro. A exposição à luz solar e o aumento da ingestão de alimentos como leite, peixe, carne magra, ovos, cogumelos e fígado de animais ajudam a aumentar o nível de vitamina D no organismo.