Injeção de fármacos Bit-point e acupontos para perturbações auditivas pediátricas

As crianças com paralisia cerebral (lesão cerebral) com deficiência auditiva devem ser diagnosticadas precocemente e tratadas de imediato até aos 3 meses de idade. Se o tratamento não for efectuado na altura ideal, a deficiência auditiva conduzirá a perturbações do desenvolvimento da linguagem e, em última análise, à surdez e à deficiência, o que afectará seriamente a qualidade de vida das crianças afectadas. Devido à tenra idade da criança, o exame não é cooperativo e é difícil detetar a deficiência auditiva numa fase precoce sob observação geral, o que pode levar a um atraso no tratamento. Os potenciais evocados auditivos do tronco encefálico (PEATE) são um teste sensível para a deteção precoce da deficiência auditiva em crianças com paralisia cerebral (lesão cerebral), que pode constituir uma base de investigação sobre a patogénese e a fisiopatologia da deficiência auditiva. Clinicamente, o PEATE é realizado o mais cedo possível em crianças com deficiência auditiva, geralmente aos dois meses. O exame do potencial evocado cerebral é simples e fácil de realizar, e tem um certo valor para o diagnóstico precoce, a observação do efeito terapêutico e o julgamento do prognóstico de crianças com deficiência auditiva. O ponto de acupunctura e a injeção de medicamentos no local da deficiência auditiva têm uma eficácia evidente e uma elevada taxa de cura. A injeção de pontos de acupunctura pode estimular os pontos de acupunctura, dragar os meridianos e aumentar a eficácia dos medicamentos. A vitamina B1 tem o papel de reparar o sistema nervoso central, a vitamina B12 é uma das substâncias indispensáveis para a mielinização dos nervos e o fator de crescimento do nervo do rato pode promover a reparação e a compensação de danos nos nervos. a aplicação conjunta pode fazer com que as células nervosas danificadas precocemente sejam reparadas em tempo útil, a regeneração do eixo sináptico, a compensação funcional e a mielinização das fibras nervosas, a estrutura sináptica e a rede do crescimento funcional e o desenvolvimento das fibras nervosas. o teste ABR não precisa ser repetido a cada O teste ABR não precisa de ser repetido em cada ciclo de tratamento, mas normalmente uma vez em cada 2 ciclos de tratamento. Para as crianças com deficiência auditiva grave ou muito grave, para além do teste ABR, é necessário realizar a TAC do osso temporal e o teste de emissões otoacústicas, o teste TORCH e o teste genético da surdez. Se estiverem infectadas com CMV, têm de ser submetidas a cursos suficientes de tratamento antiviral; se tiverem lesões orgânicas ou forem portadoras de genes causadores de doenças, o tratamento é geralmente ineficaz e têm de usar aparelhos auditivos ou mesmo implantes cocleares.