A pneumonectomia residual para o cancro do pulmão é uma boa ideia?

  A ressecção pulmonar remanescente para cancro do pulmão refere-se a uma lobectomia pulmonar realizada num lado do pulmão devido a um diagnóstico anterior de cancro do pulmão, e depois é encontrada uma nova massa no pulmão restante do mesmo lado durante uma revisão, e o pulmão restante é novamente removido cirurgicamente.  Este procedimento chama-se ressecção pulmonar residual para cancro do pulmão. É equivalente a ter duas cirurgias num pulmão em momentos diferentes. Tal operação é mais difícil, e após a primeira operação, haverá aderências atrésicas na cavidade pleural, desorganização das estruturas hilares, e dissecção muito difícil dos vasos pulmonares. Muitos médicos não estão interessados neste tipo de cirurgia, que é muito complicada de realizar. Para além das preocupações sobre a técnica cirúrgica, há também uma falta de investigação adequada e de apoio teórico sobre o quanto os pacientes podem ganhar com a reoperação.  No entanto, se não houver outras metástases determinadas pelo exame sistémico após recorrência e o corpo for capaz de tolerar a reoperação, os resultados da pneumonectomia residual ainda são bons. Enquanto for possível um tratamento radical, a cirurgia continua a ser a opção de tratamento mais eficaz.