O número de plaquetas no sangue adulto é (1-3) × 10 por L, com um diâmetro de 2-3 um. As plaquetas são consideradas como detritos celulares não funcionais no sangue durante um longo período de tempo. As plaquetas têm uma estrutura morfológica e composição bioquímica específicas e estão presentes em números relativamente constantes no sangue normal (por exemplo 100-300,000/mm em humanos) e têm um papel importante em processos fisiológicos e patológicos, tais como hemostasia, cicatrização de feridas, respostas inflamatórias, trombose e rejeição de transplante de órgãos.
As plaquetas são encontradas apenas em sangue de mamíferos e não têm estrutura nuclear, ou seja, sem cromossomas.
Trombocitopenia é definida como uma contagem de plaquetas inferior a 100,000/ml (100 x 10/L) no sangue periférico.
Clinicamente, a trombocitopenia é classificada de acordo com a causa: trombocitopenia primária e trombocitopenia secundária. A trombocitopenia secundária é mais comumente observada em leucemia, anemia aplástica, síndrome mielodisplásica (MDS), hemoglobinúria paroxística do sono (PNH) e hiperesplenismo. O tratamento baseia-se principalmente na causa primária e requer a entrada de plaquetas para prevenir a hemorragia, se necessário.