Indicações para doentes tratados com descongestionamento pulmonar intervencionista: 1. sintomas: tosse, dispneia; 2. historial médico: diagnóstico hospitalar de “doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC)”; Wang Guangfa, Departamento de Medicina Respiratória, Primeiro Hospital da Universidade de Pequim; 3. historial de tabagismo: historial de tabagismo a longo prazo, necessidade de deixar de fumar durante mais de seis meses antes de receber descongestionamento pulmonar minimamente invasivo; 4. função pulmonar (método da caixa de rastreio do corpo): (1) RV (volume de ar residual) >150% Pred, ou seja, volume de ar residual >1,5 vezes o valor esperado (valor normal); (2) TLC (volume pulmonar total) >100% Pred, ou seja, volume pulmonar total >1 vezes o valor esperado (valor normal); (3) FeV1 (percentagem do primeiro segundo de expiração forçada) entre 15 e 45% do valor esperado; 5. CT de alta resolução. Destruição severa da estrutura do tecido pulmonar no lobo alvo (lobo pulmonar a ser tratado), destruição menos severa da estrutura do tecido pulmonar no lobo adjacente, fissuras interlobulares intactas entre o lobo alvo e o lobo adjacente. Teste de caminhada de 6, 6 minutos: >140 m 7, Chartis lung colateral/ teste de ventilação de desvio do pulmão. 8, teste de perfusão de ventilação pulmonar. Os doentes que satisfazem os critérios acima referidos são submetidos a testes com o Sistema de Avaliação da Ventilação Colateral/Pulmonar de Derivação de Chartis antes da terapia de descongestionamento pulmonar intervencionista.