Hipoecogenicidade é um termo utilizado em imagens de ultra-sons para descrever a densidade do tecido ou órgão a ser examinado e se o tecido está doente. Contudo, geralmente não é possível determinar a benignidade ou malignidade apenas com base no nível do eco, sendo necessário um exame mais detalhado. Quando o ultra-som passa através do tecido, quanto mais baixo o eco, menor a densidade da área examinada em relação ao tecido normal, e a imagem do ultra-som aparecerá como uma área relativamente escura. É também importante procurar factores tais como fronteiras claras, morfologia regular, abundante fluxo sanguíneo circundante e a presença de calcificação dentro da massa. Os nódulos benignos tendem a ter bordas claras, um padrão regular, pouco fluxo sanguíneo, nenhuma aderência a outros tecidos e uma relação de aspecto inferior a 1. Os nódulos malignos tendem a ter bordas pouco claras, fluxo sanguíneo abundante, hemorragia ou calcificação e uma relação de aspecto superior a 1. Para esclarecer melhor a natureza benigna e maligna do nódulo, também pode ser realizada uma TAC e ultra-sonografia melhoradas e, se necessário, pode ser necessária uma biópsia de perfuração para esclarecer a natureza benigna e maligna da massa.