A atrofia muscular é na realidade uma redução do tamanho das fibras musculares do músculo transversal, e em casos graves as fibras podem mesmo desaparecer. Isto leva a uma redução do tamanho muscular e a um enfraquecimento da força muscular. As causas da distrofia muscular incluem desordens neurológicas que despoletam a desnutrição dos músculos, problemas com os próprios músculos, atrofia muscular de desuso e outras causas. A redução dos filamentos musculares resulta num tamanho muscular inferior ao normal e numa força muscular reduzida, o que pode dificultar a mobilidade do paciente. Existem seis níveis de força muscular: nível 5 é força muscular normal; nível 4 pode combater a resistência externa e os sintomas não são demasiado severos; nível 3 permite o movimento mas estirpes para levantar o membro; nível 2 quando o membro não pode ser levantado e só pode ser movido horizontalmente num plano; nível 1 quando o músculo está apenas ligeiramente contraído; e nível 0 quando há paralisia completa. Quando a condição é grave pode causar disfunção dos músculos respiratórios, ameaçando a vida do paciente. O diagnóstico é geralmente confirmado por um electromiograma (EMG), que utiliza a bioelectricidade para detectar com precisão o estado dos músculos, enquanto a pessoa média pode ter uma ideia aproximada da sua própria circunferência muscular ao medi-la. Em resumo, a maior parte da atrofia muscular é uma consequência neurológica da distrofia muscular e pode ser aliviada com o tratamento correcto da redução da fibra muscular.