Etiologia das alergias olfactivas

  A hipersensibilidade olfactiva é definida como uma diminuição parcial ou total, perda ou anormalidade da função olfactiva. O nervo olfactivo é a fibra nervosa que vai do epitélio olfactivo através da peneira até ao bolbo olfactivo. A capacidade de olfacto é uma característica das células olfactivas na mucosa nasal. Lesões na mucosa nasal, bolbo olfactivo, filamentos olfactivos ou ligações do sistema nervoso central podem afectar o sentido do olfacto. As manifestações clínicas incluem hiposmia, perda de cheiro, ausência de cheiro, inversão olfactiva, cheiro fantasma e aumento da sensibilidade aos estímulos olfactivos.  A patogénese da hipersensibilidade olfactiva e a biologia molecular do olfacto são desconhecidas. Entre elas encontram-se lesões da mucosa nasal, bolbo olfactivo e nervos de filamentos olfactivos que causam diminuição ou perda da função olfactiva; enquanto os danos nas ligações do sistema nervoso central não são normalmente acompanhados por qualquer perda detectável do olfacto. Os défices olfactivos ocorrem como resultado de anomalias embrionárias na génese do nervo olfactivo. Ocasionalmente, as lesões do lobo temporal são acompanhadas por cheiros temporários ou paroxísticos fantasmas. A perda do olfacto é muitas vezes combinada com a perda do sabor, dependendo das substâncias voláteis nos alimentos e bebidas. A deficiência olfactiva devida à gripe é temporária.