O chá de cravinho é rico em óleo de cravinho e eugenol, que podem inibir a atividade da Helicobacter pylori, mas não a matam completamente. A H. pylori parasita o estômago e o duodeno e está associada a gastrite crónica, úlcera péptica, cancro gástrico e outros distúrbios digestivos, e a infeção pode resultar numa variedade de desconfortos digestivos, como inchaço, dor abdominal, arrotos, refluxo ácido e indigestão. Uma vez diagnosticada a presença de H. pylori, o tratamento de erradicação deve ser efectuado atempadamente, sendo atualmente defendido um regime quádruplo, ou seja, uma combinação de 1 IBP (inibidor da bomba de protões), 2 antibióticos e 1 agente de bismuto. Os IBP habitualmente utilizados são o omeprazol, o lansoprazol, o rabeprazol, etc.; os antibióticos habitualmente utilizados são a claritromicina, a amoxicilina, o metronidazol, os antibióticos quinolonas, a tetraciclina, etc.; os agentes de bismuto habitualmente utilizados são o citrato de bismuto e potássio, a pectina de bismuto, etc. Por conseguinte, após a descoberta da infeção por Helicobacter pylori, é necessário efetuar um tratamento normalizado sob a orientação de um médico, e não se pode simplesmente confiar na ingestão de chá de cravinho para a erradicar. Os doentes são aconselhados a desenvolver bons hábitos alimentares e a consumir o mínimo possível de alimentos com fibras brutas, de modo a não agravar a sobrecarga do estômago, o que não favorece a recuperação, e também a ter em atenção a necessidade de manter o estômago quente e evitar a constipação.