1 Do que se trata a imunoterapia celular? Como sabe, a imunidade anti-tumoral do corpo é principalmente celular, incluindo os linfócitos T e as células NK. Em termos leigos, a imunoterapia celular consiste em extrair linfócitos do próprio paciente (homozigotos) ou do sangue periférico saudável (heterozigotos), cultivá-los in vitro com interleucinas (alguns deles serão posteriormente activados com antigénios), e depois infundi-los de novo no corpo depois de serem activados, desempenhando assim um papel anti-tumoral. Pode ser comparado a retirar alguns dos soldados para treino e depois enviá-los para a batalha. 2 As indicações para imunoterapia celular incluem principalmente tumores imunogénicos tais como melanoma, cancro renal, linfoma maligno de baixo grau, leucemia de células pilosas, cancro da bexiga e outros tumores. 3 Qual é a eficácia? Mesmo para as indicações acima referidas, a eficácia objectiva não excede 15%. 4 Qual é a eficácia para tumores sólidos tais como estômago, cólon, mama, esófago, pulmão, etc.? A imunoterapia celular não é um substituto para a cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia direccionada como tratamento primário para tumores sólidos. Só pode ser utilizada como terapia adjuvante devido à sua baixa eficácia objectiva.