As aderências uterinas têm pouco a ver com doença inflamatória pélvica. Na prática clínica, são causadas por danos no endométrio durante a operação da cavidade uterina. Na prática clínica, recomenda-se que, uma vez detectadas as aderências, uma operação para as separar o mais cedo possível é esperada para restaurar a menstruação e para restaurar o revestimento das aderências em conformidade. É melhor ir para uma histeroscopia em qualquer altura entre 3-7 dias após a menstruação, ou se as aderências estiverem completas e levarem à amenorreia, para separar as aderências e inserir um anel anticoncepcional na cavidade uterina, seguido de três ciclos menstruais de suplementação oral.