Há duas razões para a ocorrência de derrame pleural no cancro do pulmão: Primeiro, as células cancerígenas invadem directamente a pleura resultando numa maior permeabilidade da pleura, produzindo uma grande quantidade de efusão pleural, que é detectada por TC e ultra-som. Clinicamente, manifesta-se como cansaço do coração, chiado, tensão torácica e até mesmo ocorrência de dor torácica. A punção e descompressão do derrame pleural, bem como a quimioterapia de infusão de fármacos devem ser administradas o mais cedo possível para controlar a ocorrência e desenvolvimento do derrame pleural. Em segundo lugar, devido à obstrução da circulação linfática por cancro do pulmão, a efusão pleural maligna não pode ser facilmente detectada no líquido pleural, e é necessária uma biopsia pleural para detectar as células cancerosas. Em conclusão, a efusão pleural no cancro do pulmão é sobretudo uma manifestação de cancro do pulmão em fase avançada, que requer quimioterapia sistémica e quimioterapia de infusão local de acordo com a classificação celular de carcinoma escamoso, adenocarcinoma e carcinoma de pequenas células, respectivamente. Em circunstâncias especiais, podem também ser administrados medicamentos genéticos para controlar a efusão pleural o mais rapidamente possível. Se o efeito ainda for insatisfatório, podem ser dadas adesões pleurais para evitar a recorrência do derrame pleural.