A doença inflamatória pélvica crónica é uma doença inflamatória aguda da cavidade pélvica que não é curada, resultando em extensas aderências, hiperplasia e formação de cicatrizes após a destruição dos tecidos. O tratamento clínico da doença requer diferentes opções de tratamento dependendo da condição, mas raramente é curativo e a maioria só pode ser tratada de forma sintomática, com sintomas frequentemente recorrentes e causando grande sofrimento às mulheres. Para pacientes com infertilidade, a cirurgia laparoscópica minimamente invasiva e o tratamento antibiótico podem ser dados para reduzir a incidência de infertilidade ou gravidez ectópica; para obstrução tubária, recanalização tubária; para atresia tubária e hidrocele, janela tubária + cistoplastia; técnicas de reprodução assistida para ajudar na concepção, se necessário, tais como FIV-ET (fertilização in vitro); para dor pélvica crónica, não há tratamento eficaz. A dor pélvica crónica, para a qual não existe tratamento eficaz, deve ser tratada sintomaticamente, com repouso, calor e aplicação de calor localizado na zona lombossacral. A doença inflamatória pélvica crónica é a sequela da doença inflamatória pélvica que não é tratada rápida e exaustivamente, e o tratamento para ela é muito limitado e ineficaz nesta fase.