Perguntas e Respostas sobre Papiloma Involucional Nasal Sinus

  O Sr. Wang, 52 anos, sentiu recentemente que uma das suas passagens nasais não era ventilada, pelo que foi ao hospital e descobriu que o culpado era um inchaço na sua cavidade nasal, que, após exame patológico, excluiu os pólipos nasais ou o temido cancro nasal, mas um “papiloma involuído”. Então, eis a questão para o Sr. Wang: 1. o papiloma de inversão na cavidade nasal e seios nasais é causado pela infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV)?  A resposta é: não exactamente. A causa do papiloma involuntário não é totalmente compreendida. A infecção por papilomavírus humano (HPV) está associada a 33-42% dos casos da doença, e os principais subtipos de vírus a ela associados são 6, 11, 16 e 18. 2. O papilomavírus involuntário dos seios nasais nasais está associado à malignidade?  A resposta é: na literatura ocidental, a malignidade é diagnosticada em 7-8% dos pacientes com um diagnóstico de papiloma involuntário e em menos de 3% dos pacientes com um diagnóstico precoce ou tardio de malignidade.  3) O papiloma involuntário da cavidade nasal e dos seios nasais pode ser curado por cirurgia?  A resposta é que a taxa de cura depende do local de crescimento do tumor. Os tumores com raízes na cavidade nasal têm uma taxa de cura mais elevada do que aqueles com raízes nos seios nasais; para os tumores que crescem nos seios nasais, a taxa de cura é mais elevada para os tumores sinusais próximos da cavidade nasal do que aqueles afastados da cavidade nasal.  4) O tratamento cirúrgico do papiloma de invaginação do seio nasal está a desfigurar?  A resposta é que, graças aos avanços da tecnologia, a maior parte da cirurgia endoscópica é agora possível para o papiloma invasivo dos seios nasais, o que significa que o acesso é feito através do orifício natural das narinas, evitando os problemas de cicatrizes faciais causadas por incisões no rosto e lábios.  5) O que acontece após uma recorrência de um papiloma invasivo da cavidade nasal e dos seios nasais?  A resposta é: recomenda-se a reoperação se houver uma hipótese de cirurgia. Uma é para tratamento e a outra é para detecção atempada de malignidade, para que melhores opções de tratamento possam ser oferecidas a tempo.