A amamentação é possível após a utilização de anestésicos tópicos e normalmente requer um intervalo de pelo menos 24 horas antes de amamentar. Na maioria dos casos, a utilização de medicamentos de adormecer durante a amamentação não é recomendada para evitar afectar a qualidade do leite, o que, por sua vez, pode ter um efeito adverso no desenvolvimento e saúde do bebé. Se o tratamento da condição o exigir, um medicamento mais seguro deve ser cuidadosamente seleccionado após exame e julgamento exaustivo por um médico. O tratamento com anestésicos locais deve ser seguido por um intervalo de pelo menos 24 horas entre a amamentação, pois o medicamento pode passar através do leite materno e entrar no corpo do bebé durante a amamentação, com os consequentes efeitos no crescimento e desenvolvimento do bebé. Se o anestésico entrar no leite materno, pode causar reacções gastrointestinais na criança, tais como náuseas, vómitos e até apneia, e em casos particularmente sensíveis pode mesmo haver reacções do sistema nervoso central e cardiotóxicas, levando a um mau prognóstico para a criança. Durante a amamentação, o tratamento dietético é frequentemente utilizado para melhorar o desconforto da mãe e minimizar o impacto no bebé, e a medicação apropriada é escolhida depois de o bebé ter sido desmamado. Além disso, uma dieta leve e nutritiva e um descanso adequado devem ser tidos em conta durante o tratamento para promover a recuperação.