Se for arrogante e ignorar a razão, não será curado; se for leve no seu corpo e pesado na sua riqueza, não será curado; se for incapaz de adaptar a sua roupa e comida, não será curado; se o seu yin e yang estiverem em harmonia e o seu qi sujo for incerto, não será curado; se for incapaz de tomar medicamentos, não será curado; se acreditar em bruxaria mas não em medicina, não será curado; e se acreditar em bruxaria mas não em medicina, não será curado. Os seis não-tratamentos” ainda hoje são relevantes para a nossa prática médica. Estes “seis não-tratamentos” podem ser interpretados como seis tipos de pacientes que não podem ser curados (ou cujo tratamento não é eficaz), ou seis tipos de pacientes que não devem ser curados. São eles: primeiro, aqueles que são arrogantes, arrogantes, pouco razoáveis e não seguem conselhos médicos; segundo, aqueles que dão mais valor ao dinheiro do que à saúde; terceiro, aqueles que são demasiado exigentes em relação a vestuário, alimentação e medicina e não se podem adaptar a eles; quarto, aqueles cujo qi interno e sangue estão desordenados e cujos órgãos internos estão severamente esgotados; quinto, aqueles cujos corpos são tão fracos que não podem tomar medicamentos ou não conseguem resistir ao poder da medicina; e sexto, aqueles que acreditam em fantasmas e deuses e não confiam na medicina. Infelizmente, na sociedade actual, a relação entre médicos e pacientes não é muito melhor do que nos tempos da Magpie. Por conseguinte, afianço aqui os “seis sem-tratamentos” da Magpie como um lembrete para mim e para os meus pacientes.