OBJECTIVO: Avaliar o valor clínico do ultra-som no diagnóstico de doença inflamatória pélvica. Métodos: Analisar retrospectivamente as características de imagem ultra-sonográfica de 228 casos de doença inflamatória pélvica confirmados por consulta de internamento. RESULTADOS: 1. a taxa de confirmação do exame ultra-sónico foi de 76,32%. 2. a extensão e grau da doença inflamatória pélvica pode ser estimada através de exame ultra-sónico, que pode fornecer referência para o tratamento clínico e acompanhamento. Conclusão: A ultra-sonografia tem algum valor clínico no diagnóstico e diagnóstico diferencial da doença inflamatória pélvica. As manifestações sonográficas das massas inflamatórias pélvicas são principalmente dos seguintes tipos: (1) alterações não específicas (21 casos neste trabalho); (2) alterações císticas (108 casos neste trabalho); (3) alterações císticas sólidas (89 casos neste trabalho); (4) alterações sólidas predominantes (6 casos neste trabalho). Os sonogramas das massas inflamatórias pélvicas, apesar da sua variabilidade, seguem um certo padrão. Embora a ecografia tenha um certo grau de fuga e diagnóstico errado no diagnóstico das massas inflamatórias pélvicas, ainda pode confirmar o diagnóstico na maioria dos casos com base na história médica do paciente, e pode também determinar o tipo e gravidade das massas inflamatórias pélvicas, e por isso tem algum valor de aplicação clínica. O tratamento ultra-sónico intervencionista dos quistos peritoneais pélvicos é uma técnica eficaz que vale a pena promover.