A gastrite atrófica não é geralmente contagiosa, excepto em casos de gastrite atrófica crónica claramente causada pela infecção por H. pylori, onde é possível transmitir o H. pylori através de talheres ou alimentos quando se come com o paciente, mas as hipóteses de transmissão são bastante baixas, pelo que não há nada com que se preocupar. É importante salientar que se o paciente tiver uma electropastroscopia mais um exame patológico, é evidente que existe atrofia da mucosa gástrica, ou seja, gastrite atrófica. O doente terá de ser tratado sob a orientação de um gastroenterologista e, se a infecção for causada por H. pylori, a bactéria deve ser erradicada. Todo o princípio de tratamento requer o uso cuidadoso de medicamentos antiácidos como o omeprazol, lansoprazol e medicamentos do tipo eprazol. Ao mesmo tempo, deve ser efectuada uma revisão e um acompanhamento rigorosos, conforme prescrito pelo médico, até que a gastrite atrófica seja curada, de modo a que a atrofia da mucosa gástrica não agrave ainda mais a possibilidade de evoluir para lesões pré-cancerosas ou mesmo para cancro gástrico.