Não é necessário. Embora a medicina moderna tenha provado que muitos alimentos têm bons efeitos anticancerígenos, tais como espargos, alho, tomate, fungo prateado, fungo preto, kiwi, jujuba, sementes de coix, amoras e uvas, etc. têm o efeito de regular o sistema imunitário do corpo humano e assim combater o cancro. Muitos pacientes estão tão ansiosos por curar as suas doenças que consomem cegamente grandes quantidades destes alimentos chamados anti-cancerígenos, mesmo diariamente, numa tentativa vã de controlar ou mesmo curar os seus tumores, mas isto resultará numa dieta tendenciosa e numa nutrição desequilibrada, que não é conducente à recuperação dos pacientes com tumores. A profissão médica coloca grande ênfase na identificação dos alimentos, uma vez que vários alimentos têm gostos e propriedades diferentes, e os pacientes têm de escolher alimentos anticancerígenos de acordo com as suas diferentes condições, de modo a obter bons resultados. Por exemplo, o alho é picante e quente, pelo que os doentes com uma constituição quente não devem comer demasiado; as tâmaras vermelhas são doces e quentes, pelo que aqueles com um elevado nível de humidade e calor não devem comer demasiado, uma vez que o doce pode encher o meio e o quente pode ajudar a aquecer, pelo que comer demasiado deles irá agravar a doença.