A afirmação de que um aluno dilatado deve matá-lo é incorrecta. A intensidade da luz provoca uma mudança no tamanho do aluno. Se a luz for fraca, o aluno tornar-se-á maior. Para além de regular o efeito da luz, as doenças também podem causar a dilatação da pupila, tais como hematomas intracranianos, traumas cranianos, cerebrite, envenenamento por gases de escape e glaucoma. Existem também medicamentos utilizados, tais como atropina, neurontino e epinefrina que também podem causar a dilatação da pupila. Em alguns doentes com glaucoma secundário, a má circulação atrial também pode causar a dilatação da pupila. Muitos clínicos consideram o pupilo como um indicador sensível da função vital. Se o pupilo não responde à luz ou está ausente, e o pupilo se dilata, significa que a morte é iminente, e em pacientes em coma o pupilo aumentará gradualmente de tamanho à medida que a perda de consciência aumenta, assinalando o fim da vida. Quando as pupilas estão dilatadas, não estreitam mesmo quando expostas à luz brilhante, pelo que a fotofobia pode ocorrer e causar danos ao fundo se a luz for directamente acesa no olho. Quando um paciente tem uma pupila dilatada inexplicável, é importante procurar imediatamente atenção médica de um departamento de emergência ou oftalmologista para evitar atrasos.