O cancro nasofaríngeo é um dos tumores malignos com um prognóstico relativamente bom. Contudo, ainda há alguns pacientes com recidiva ou tumor residual após a radioterapia, causando problemas de doença a pacientes e clínicos, e mesmo mau prognóstico. O tratamento tradicional para o cancro nasofaríngeo residual recorrente é aumentar a dose de radioterapia ou esperar pela observação. Tal tratamento é muito susceptível de causar lesões radioterápicas graves, deixando sequelas como a atrofia muscular facial, dificuldade em abrir a boca ou mesmo deformidade facial, ou propagação do tumor devido a tratamento retardado e mau efeito terapêutico. A nossa prática clínica confirmou que a implantação de partículas radioactivas é um bom tratamento para o carcinoma nasofaríngeo residual recorrente, porque é implantado directamente no tumor, com evidente efeito mortal. O processo de tratamento específico: a TPS pré-operatória é realizada para planear a dose e o âmbito do tratamento; a lesão é localizada sob orientação de TC para determinar o ponto de entrada, direcção e profundidade. A agulha 18G é então inserida na lesão tumoral, utilizando uma abordagem gradual sob orientação de TC. Após a revisão da posição da ponta da agulha, as partículas radioactivas são implantadas. Como se trata de um procedimento minimamente invasivo, apenas é utilizada anestesia local, com poucos efeitos secundários e facilmente tolerada pelos pacientes. Pode ser realizada mesmo em pacientes mais velhos e mais fracos. A implantação de partículas radioactivas é um bom tratamento para o cancro nasofaríngeo residual recorrente e oferece uma nova esperança aos pacientes com cancro nasofaríngeo residual recorrente.