Recentemente temos visto dois doentes jovens. Deviam ter feito um TAC ao tórax por outras razões, mas foram encontrados nódulos pulmonares de 3mm-6mm (a que chamamos nódulos pulmonares microscópicos) nos pulmões. Para os nódulos pulmonares encontrados pela primeira vez, especialmente lesões menores do que 10mm, é normalmente feita uma abordagem de seguimento regular. Contudo, estes dois casos são de certa forma únicos na medida em que existe uma diferença na apresentação das imagens. O primeiro foi escolhido entre a opção de cirurgia agressiva e a observação conservadora. A patologia rápida intra-operatória confirmou “carcinoma in situ”, e para além da excisão local, foram removidos os gânglios linfáticos com potenciais metástases. Um caso foi relatado como “adenocarcinoma microinvasivo” após a cirurgia. Por conseguinte, os nódulos pulmonares devem ser levados a sério, embora não sejam o mesmo que o cancro do pulmão. Os nódulos pulmonares são normalmente lesões de forma redonda ou irregular ≤3 cm de diâmetro detectados por imagem (raio-X ou TAC). As lesões de forma redonda ≤2 cm de diâmetro são também chamadas pequenos nódulos pulmonares, e dividem-se em três categorias de acordo com a densidade dos nódulos: nódulos puros de vidro moído, nódulos mistos de vidro moído, e nódulos sólidos. Entre os nódulos pulmonares pequenos, 60%-70% são nódulos benignos (inflamação, sangramento local, tuberculose, fibrose, etc.) e 30%-40% são nódulos malignos, por isso não entre em pânico quando encontrar nódulos pulmonares pequenos, pois os nódulos pulmonares pequenos não são iguais ao cancro do pulmão.