Quando é necessária uma cirurgia para a síndrome de pré-excitação?

  Classe I: a. Pacientes com taquicardia atrioventricular persistente sintomática que falharam a terapia farmacológica ou que são intolerantes ou não estão dispostos a tomar medicamentos antiarrítmicos a longo prazo para controlar estas arritmias. b. Pacientes com fibrilação atrial ou outras arritmias atriais rápidas com transmissões anterritmicas de bypass que falharam a terapia farmacológica ou que são intolerantes ou não estão dispostos a tomar medicamentos antiarrítmicos a longo prazo. c. Pacientes com fibrilação atrial ou outras arritmias atriais rápidas com transmissões anterritmicas de bypass que falharam a terapia farmacológica ou que não estão dispostos a tomar medicamentos antiarrítmicos a longo prazo.  Categoria II: a. Pacientes com taquicardia de fibrilação atrial confirmada durante exame electrofisiológico ou ablação para outras arritmias, ou pacientes com ritmo ventricular rápido devido a fibrilação atrial com anterógrado de bypass. b. Pacientes com síndrome de pré-excitação assintomática, onde arritmias rápidas espontâneas e ECGs anormais podem afectar a vida, emprego, actividades vitais e estado mental do paciente, bem como a segurança pública. c. Pacientes com fibrilação atrial com anterógrado de bypass. No entanto, a taxa ventricular não é rápida. d. O paciente tem um historial familiar de morte cardíaca súbita.  Categoria III: Pacientes com taquicardia de fibrilhação atrial que são eficazes e toleram a sua medicação e preferem medicação a longo prazo à ablação para controlo da arritmia.