Medicina chinesa para a Ictiose

  A ictiose, conhecida na medicina chinesa como “lombriga de pele de cobra”, é uma queratose genética comum da pele. É considerada uma desordem de queratinização ou cornificação, que se deve a uma diferenciação ou metabolismo anormal das células epidérmicas. A manifestação principal é pele seca e áspera nas extremidades ou tronco com escamas rômbicas ou poligonais com uma escama de peixe ou aparência de pele de cobra. Dependendo do modo de herança, pode ser classificada como ictiose comum autossómica dominante, ictiose comum ligada ao sexo, eritrodermatite congénita semelhante à ictiose congénita e ictiose lamelar.  Tratamento: Ainda não existe uma opção de tratamento ideal para esta doença. A medicina chinesa tem um efeito terapêutico único no tratamento desta doença. É aconselhável beneficiar o Qi e dispersar a estase, revigorar o Sangue e harmonizar o Ying, glorificar o músculo e humedecer a pele, e limpar o calor e desintoxicar as toxinas. Por exemplo, no “Tratado Sui sobre a Origem das Doenças? Na “pele de cobra”, diz-se que “a pele de cobra é causada pelo vento mau hóspede nos casais”. Quando os casais são sujeitos ao vento, são fechados, de modo a que o sangue seja adstringente e turvo e não possa ser glorificado e humedecido, e a pele seja manchada e descascada, mesmo sob a forma de escamas de cobra. Acredita-se agora que a maior parte da pele é deficiente em dotação inata, resultando em deficiência de sangue e secura pelo vento, ou estase e estagnação do sangue, resultando na perda de nutrição do corpo e da pele. A insuficiência de dotação é causada por uma deficiência de essência renal, e a pele não é humedecida pela essência e sangue, resultando em erros nas unhas da pele, e a incapacidade da essência e do sangue para humedecer a pele, resultando em secura e vento ao longo do tempo, ou da exposição externa ao vento.