As hipoglicemias neonatais podem ser classificadas em temporárias e persistentes, sendo as temporárias observadas durante 1 a 2 dias e as persistentes durante 3 a 5 dias.
1. hipoglicemia temporária: significa que a duração da hipoglicemia é curta, geralmente não excedendo o período neonatal (desde o nascimento até menos de 28 dias), e a principal razão é que o corpo do recém-nascido tem reserva energética insuficiente, aumento do consumo de glicose e elevação temporária da insulina e outras razões.
Pode ser tratada com alimentação ou glicose intravenosa, que geralmente pode ser gradualmente descontinuada após 24 horas de estabilização e, portanto, observada durante 1 a 2 dias.
2) Hipoglicemia persistente: A hipoglicemia pode normalmente durar até à infância. Está principalmente relacionada com defeitos genéticos, hereditariedade ou disfunção endócrina congénita. Os recém-nascidos podem apresentar sintomas como letargia, palidez e hipotermia. O tratamento com injecções de glicose e a utilização de medicamentos demora normalmente três a cinco dias, sendo também necessária uma monitorização frequente da glicemia após a estabilização.
Recomenda-se que os recém-nascidos com sintomas de hipoglicemia consultem atempadamente o hospital mais próximo para diagnóstico e intervenção de especialistas.