Um dos principais sintomas da queratose actínica é a formação de queratina no stratum corneum, um processo conhecido como queratinização, que é a transformação de proteínas celulares em queratina com propriedades físicas e químicas completamente diferentes. O processo de queratinização envolve a transformação protofibrilar do citoplasma e a quebra e desaparecimento do citoplasma e do núcleo. Etiologia A doença pode ser desencadeada pela luz solar, luz ultravioleta, calor radioactivo, bem como asfalto ou carvão e respectivos extractos, desempenhando a susceptibilidade do doente um papel decisivo. A histopatologia pode ser dividida em 3 tipos: carcinoma atrófico hipertrófico tipo in-situ. Tipo hipertrófico: a hiperqueratose da epiderme média é evidente, com queratinização incompleta e células desorganizadas da coluna vertebral com vacuações entre a hipertrofia e a atrofia. A esquizofrenia nuclear é mais frequente, mas atípica, com células anómalas. Epiderme atrófica: células atípicas e células disqueratóticas com espinhas soltas são vistas na camada basal. Carcinoma tipo in situ: espessamento da epiderme média, células epidérmicas desorganizadas e células atípicas, com uma clara fronteira entre epiderme e derme. Os três tipos têm uma marcada degeneração elástica na derme superficial com um infiltrado moderadamente denso de linfócitos predominantemente linfócitos.