Como tratar a epilepsia secundária

  A epilepsia secundária, também conhecida como epilepsia sintomática, é causada por várias patologias definidas ou possíveis do sistema nervoso central, tais como malformações congénitas, lesões craniocerebral, infecções do sistema nervoso central, envenenamento, tumores cerebrais, doenças cerebrovasculares e doenças neurodegenerativas, etc. O seu tratamento é consistente com o da epilepsia devido a outras causas, incluindo medicação e cirurgia.  Uma vez estabelecido o diagnóstico de epilepsia, o paciente deve ser tratado com medicação apropriada sob a orientação de um neurologista especializado, dependendo da causa da epilepsia, da idade e da forma das convulsões. O processo de tratamento deve ser revisto regularmente para verificar a eficácia e os efeitos secundários tóxicos do medicamento, e o medicamento pode ser reduzido ou interrompido sob a orientação do médico após um controlo a longo prazo.  Se a medicação padrão não for eficaz, ou se houver um foco patogénico claro no cérebro e o risco de cirurgia for baixo, a cirurgia pode ser utilizada para controlar as convulsões após uma avaliação abrangente. As opções cirúrgicas incluem a ressecção, cirurgia de neuromodulação paliativa, etc. O procedimento cirúrgico apropriado deve ser escolhido de acordo com o estado do paciente. Além disso, as intervenções no estilo de vida no tratamento da epilepsia são também muito importantes, tanto em termos de tomar a medicação a tempo e na dose certa, como de manter hábitos saudáveis e evitar esforço, fome, stress emocional ou infecção para maximizar o controlo das convulsões.  Em resumo, o tratamento da epilepsia secundária consiste principalmente em medicação e cirurgia, e o plano de tratamento adequado deve ser escolhido sob a orientação de um profissional médico, prestando atenção às modificações no estilo de vida, a fim de se obter o melhor resultado possível.