A cirurgia é a base do tratamento dos tumores neuroendócrinos duodenais e é atualmente a única cura possível para este tipo de doença. Nos doentes em fase progressiva, pode ser administrada bioterapia, quimioterapia, radioterapia ou terapêutica dirigida com o objetivo de controlar os sintomas funcionais do tumor e/ou retardar a progressão do tumor. 1) Cirurgia: no caso de tumores altamente diferenciados em fase inicial, sem metástases evidentes, pode ser efectuada uma ressecção endoscópica ou uma ressecção radical, consoante a situação; no caso de alguns tumores avançados ou metastáticos, a cirurgia paliativa pode controlar eficazmente os sintomas dos tumores funcionais ou reduzir a carga dos tumores não funcionais, de modo a melhorar a qualidade de vida e a prolongar o período de sobrevivência. 2) Terapia biológica: inclui principalmente interferão, octreótido, lanreótido e a sua preparação de ação prolongada e outros medicamentos. 3) Quimioterapia: principalmente doxorrubicina, fluorouracil, estreptozotocina, dacarbazina, cisplatina, paclitaxel e outros fármacos. 4) A radioterapia externa tem pouca importância para os tumores neuroendócrinos duodenais e só é aplicável a doentes com metástases cerebrais que não podem ser tratadas cirurgicamente ou para controlar a dor causada por metástases ósseas. Se for diagnosticado um tumor neuroendócrino duodenal, não desista do tratamento, dirija-se imediatamente ao hospital e sob a orientação de médicos, o que pode efetivamente prolongar a vida dos doentes e melhorar a sua qualidade de vida.