O que é que se passa com o olho?

  A primeira coisa a esclarecer sobre a dor ocular é a natureza da dor, quer seja uma dor de alfinete e agulhas ou uma dor monótona e inchada, quer seja transitória ou persistente, e quão intensa é.  Se for uma dor transitória de pinos e agulhas e for aliviada pelo repouso, pode ser causada por tensão ocular e secura ocular devido ao uso excessivo dos olhos.  Se for uma dor persistente de pinos e agulhas, pode ser devido à abrasão epitelial da córnea, electroftalmia, que é frequentemente severa mas desaparece imediatamente após gotas de anestésico superficial, e pode ser identificada. Tal dor pode também ocorrer com ceratite e conjuntivite grave, frequentemente acompanhada por um aumento da descarga ocular.  Se a dor é baça e distendida, pode ser glaucoma, iridociclite aguda e endoftalmite, onde a dor glaucoma varia em gravidade desde a dor vaga até à dor de rebentamento (vista sobretudo em ataques agudos de glaucoma); a iridociclite aguda, endoftalmite e alodinia são todas graves. É também acompanhada de uma grave perda de visão.  Se houver dor rotacional no olho, ou seja, dor que se nota ao virar, pode ser devido a fadiga visual grave ou neurite óptica retrobulbar.  Portanto, a dor ocular pode ocorrer numa variedade de condições oculares e, se ocorrer, procurar assistência médica para identificar a causa.